segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

TOMA QUE O FILHO É TEU!




“Uma das questões centrais que temos que lidar é a promoção de posturas rebeldes e posturas revolucionárias que nos enganjem no processo radical de transformação do mundo”. Isto que mais parece o breviário de terrorista é a Pedagogia da Autonomia de Paulo Freire. Tem muita besteira lá, mas sou modesto; colhi só esta. Espero que lhes baste, também. Aquilo nos conduziu a isto: Deu na TV que o Brasil ocupa o 137º lugar em Educação num ranking de 139 países. Eia! Não somos os últimos, ainda! Estamos vendo a Guatemala pelo retrovisor e parelhados com Moçambique. Cabeça a cabeça. Mas ainda afundaremos mais. É o que dizem as cartas. Os professores que estão nas salas de hoje, são a primeira geração genuinamente freiriana. Sai de baixo!!! As estatísticas apontam que 38% dos universitários são analfabetos. Os exames da OAB, o Revalida estão aí mas sempre escapa um Fernando Haddad, ex-ministro da Educação. Os comunistas não se rendem. Da mesma forma que o PDS mudou para PFL e, hoje, para DEM os comunistas também seguem mudando de nome. De nome. E dizem Lênin estragou o comunismo; Stalin não era comunista; Trotsky não era comunista... Fidel não é comunista. E, quanto a Paulo Freire dizem que sua pedagogia nunca foi aplicada no Brasil. Mas as impressões dele estão lá. Esse professor cansou de tomar cafezinho com Paulo de Tarso Santos, Ministro da Educação, de Jango; todas semanas proseava com Darcy Ribeiro, Chefe da Casa Civil, e criador dos brizolões. Paulo Freire foi Secretário de Educação de São Paulo... Não sei porque tanta modéstia. Tudo que está aí é obra dele. Paulo Freire é Patrono da Educação no Brasil, com todo mérito. Eu, quando vejo o Brasil assim com as pessoas nas ruas agindo por si mesmas, reclamando prazeres, impondo as suas vontades, se negando a qualquer submissão e destruindo qualquer padrão de normalidade. Quando eu vejo o Brasil assim, eu me lembro de Paulo Freire e penso assim: “toma que o filho é seu!”

domingo, 29 de janeiro de 2017




A polícia francesa inda ia precisar de um tempo para saber a natureza daquelas mortes, mas o déjà-vu era inevitável. E, de fato, era mesmo mais um ato de terrorismo islâmico. E , outra vez, na França, o mais democrático dos países. Em Nice, cidade de repouso e férias, em pleno e ensolarado verão. Muitas crianças e adolescentes morreram, ali. E parecia até terem morrido na minha rua. Minha vizinha, embora acostumada com o Programa do Datena, estava comovida: “Como é que pode uma coisa dessas?” Ah, mundo, vasto mundo... E há tantos a quem o terrorismo encanta. Em 1964, na Assembléia Geral das Nações Unidas, Ché Guevara declarou com orgulho: “Fuzilamentos? Sim! Fuzilamos e continuaremos fuzilando!”. E, de fato, continuou, aqui e ali matando gente. Andou pela África, por muitos cantos até que encerrou seus dias na Bolívia. Matou até gente sua mesmo. Com Eutímio Guerra foi assim. Ele, acusado de traição, foi executado em 18 de Fevereiro de 1957. Enquanto se discutia a forma de matá-lo, Ché se adiantou, sacou da pistola e lhe deu um tiro na têmpora. E descreveu este ato no seu diário “… acabei com o problema dando-lhe na têmpora direita um tiro de pistola [calibre] 32 […] Ao revista-lo os pertences não conseguia tirar o relógio amarrado com uma corrente no cinto, então ele me disse com uma voz distante e sem tremer: ‘Arranque, menino, tudo…’ Isso foi o que fiz, e seus pertences passaram a meu poder.” Mas, hoje, a figura de Guevara está na camisa de muitos jovens. Alguma psicanálise há de explicar isto. No Brasil, também é assim. Lamarca, 5km acima de Palmital, BR 116, executou Alberto Mendes Junior com coronhadas de fuzil, fazendo sua cabeça esfacelada. Foram 119 execuções com esta. Nelson Rodrigues entendia que um cachorro atropelado diante dos nossos olhos comovia mais do centenas de mortos no Vietnã. Havia até um ditado, hoje muito esquecido, por essa doutrinação esquerdista – “O que os olhos não vêem o coração não sente...” Hoje, há muita gente que, embora as coisas aconteçam no seu nariz não se comove nada.



O Jornal Folha de São Paulo, o maior jornal do Brasil, tem, hoje, o mesmo número de leitores que possuía há 20 anos. A internet é que é o tcham! Comunicação é aqui. Aqui se desmente Galvão Bueno – Cala a boca, Galvão – e a Vênus prateada treme. Plim-plim! Joyce Heisselman vai de vento em popa. Tem mais seguidores, hoje, do que nos tempos em que refulgia na Veja. E é também por esta janela que abro e vejo o efeito devastador do que foi Paulo Freire. Te esconjuro, mangalô três vezes!!! Os petistas são a insofismável prova do seu sucesso. São a prova inconteste de que o homem pode ficar sem cabeça, que continuam vivendo e continuam mamando. Mamando, não! Desfaçamos a injustiça. Há os inocentes úteis. Inocentes e tão inocentes que nem percebem que são úteis. Esses não mamam; ganham a chupeta. Às vezes, ganham mortadela, também. Mas as dessemelhanças param aí. No fundo, muito se parecem. Principalmente quando abrem a boca. Falam sempre a mesma bobagem. Tanto que escalaram o primeiro time e a gente quase não percebe. Time que a gente continua vendo como o pior ataque, a pior defesa e a pior torcida. Tá certo que a Marilena Chauí não é lá essas coisas. Brilhou um pouco com o seu livro “Convite à Filosofia” mas Guilherme Melchior denunciou logo que aquela luz que pensavam dela era "gato". Era uma luz roubada do vizinho - Julian Marias. Coisa feia. Seu colega uspiniano e admirador Paulo Ghiraldelli está preocupado com a saúde mental da dona. Fez até um apelo para que algum amigo a leve para uma vilegiatura, longe da fumaça da cidade. O caso dela lhe parece grave. Mas o que eu queria mesmo era comentar o Leandro Karnal. Não deu. No fundo, é tudo mais ou menos a mesma coisa. Deixo-o por conta da Professora Paula Marisa neste vídeo que postei. Não percam! Ao fim e ao cabo não há nada de estranho com eles. É que estão prenunciando alguma coisa e bezerro desmamado berra muito mesmo.
OS ZEROIS BRASILEIROS



Um homem invade uma casa. Não encontra comida. Surra a moradora. Domina-lhe o filho, enfia seu órgão sexual numa gaveta e tranca com chave. Ateia fogo à casa. Desesperado o rapaz corta o próprio penis para salvar a vida. Contado assim até parece filme. Pior que não. É coisa de um dos heróis brasileiros - Lampião, o Rei do Cangaço. Por 22 anos viveu assim. Ele e seu bando arrasavam vilas, estupravam mulheres, castravam rapazes, sangravam inocentes em praça pública, marcavam a ferro em brasa o rosto das moças que se vestiam de forma inconveniente. Poderosos da região se punham de joelhos implorando verbas federais para o combate aos cangaceiros. Por baixo dos panos, a conversa era outra: faziam acordo com o chefe da gangue, vendiam-lhe armas e contratavam seus serviços para eliminar desafetos. Tutti buona gente. Sertanejos desesperados faziam quilométricas filas indianas para o sudeste. O latifúndio agradecia e crescia. Por quase três décadas a antropóloga Luitgarde Cavalcanti pesquisou esse fenômeno. E resultou no livro A Derradeira gesta: Lampião e Nazarenos guerreando no sertão. Para ela Lampião viveu 22 anos praticando crimes só porque servia a classe dominante. Mas os descendentes dos seus coiteiros se sentiam incomodados com essa herança. No início dos anos 40, deram início a recuperação do nome de Lampião. Melchiades da Rocha, repórter do A Noite começou a construção do mito no jornal e seu irmão Melchiades, médico, senador e cordelista fazia sua parte pelo outro lado. Jogando nas três. Eles eram descendentes de “coiteiros” . Esta new look do bandido atendia melhor a uma pá de potentados regionais e caía como uma luva para a propaganda comunista no Brasil, como exemplo de herói camponês. A Internacional Comunista pensou em recrutá-lo como guerrilheiro revolucionário. Não deu. Ao fim e ao cabo se contentaram com Dilma, Genoíno, Marighela, Lamarca... Um dia, quem sabe, vão querer para eles também um lugar de herói.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017




Diz-se de Goethe, que nos últimos instantes neste mundo, pediu a quem o acompanhava: “Abra todas as janelas! Eu preciso de luz!” Seu acompanhante respondeu-lhe cheio de pesar: “As janelas estão abertas...” E o poeta não se conteve “Então que se acendam todas luminárias. Eu preciso de muita luz”. Ah, caro poeta... requiescat in pace. Vivesse você nestes dias de hoje, aqui no Bananão... Pediria um sol para a cabeceira da sua cama. O nosso STF recebe 60 mil processos por ano. Aquilo lá está emperrado e ainda assim acolhe um processo contra Jair Bolsonaro por uma expressão verbal. No Rio Grande do Sul há uns professores que tem salário menor do que o mínimo. Eles pleiteiam esta diferença para atingirem o nível mais baixo de salário. Está lá no STF. Também, o que se esperar de um país cujo patrono da Educação é Paulo Freire, o homem que determinava nade de impor conhecimentos. O professor deve jogar tudo que aprendeu fora e aprender de novo junto com o aluno. Vai descobrir de novo a lei qualitativa de Du Fay: “cargas de nomes opostos se atraem”. Uma besta! Somos vítimas dessa empulhação. Ainda assim, Freire ainda tem os seus devotos, cujo argumento é uma prova que são freirianos. Pois desprezam o conhecimento também. Dizem que o sistema do finado professor nunca foi aplicado no Brasil. Como não? O cara, era amigo de Goulart e freqüentava o gabinete do Darci Ribeiro, então, chefe da Casa Civil. Foi Secretário de Educação no governo Erundina... E não aplicou seu próprio método. Este pessoal é muito cheio de conversa mole. Vivemos numa época freriana, a de desprezo pelo conhecimento. Um procurador da república, cita um incerto Dr. Tomas Turbando para acudir sua cliente. E essa gente aí, não percebe que repete o mantra da estupidez: Não vai ter golpe! Está certo que o grupo vem diminuindo. Burro também aprende a carregar pedras. Mas tem gente que tem a cabeça muito dura. É como pedia o poeta – Precisa-se de muita luz. Aqui vai um facho.



Paulo Freire é o Patrono da Educação no Brasil. A mão e a luva, pois não? Apenas Ciro Gomes acha que a Educação no Brasil melhorou muito nos últimos doze anos. Há mais de meio século inauguramos o método Paulo Freire nas nossas escolas. Foi de um efeito devastador. Para o decantado mestre só há dois elementos no aprendizado: o educando e o mundo. Da observação do concreto o primeiro irá descobrindo as coisas do segundo. Tudo é enfim uma construção mental. É como a ideologia de gênero que fala que o sexo é uma opressão social. É a pós-graduação da pedagogia freiriana. Nada de imposição do saber opressivo do professor. Escrever? Ler? Estudar??? Pára com isto! O aluno precisa é de... Onde já se viu professor querer impor silêncio e atenção na sala de aula? Isto é barulhofobia, coisa do período pré-industrial. Se você quiser mostrar que é antenado e houver um desses professores retrógrados na escola que seu filho freqüenta, una-se a outros pais. Tome uma providência. Nada de opressão. O lema é desconstruir o saber. O educando, livre dessas amarras, construirá o seu próprio conhecimento. Evidentemente, para fazer isto ele precisaria de uma capacidade administrativa de um Aristóteles, de um gênio como o de Leibnitz e uma dedicação como a de Thomaz Alva Edson e os seus 99% de transpiração. Claro que abandonado às suas próprias experiências o educando se tornará de uma inépcia mental próximo a de um bugiu. O problema ainda maior é que ele precisará se valer alguma coisa. Sem intelecto, ele seguirá a impulsividade. Jovens burros, impulsivos e violentos. Ah, Paulo Freire...
UM GAMBÁ CHEIRA O OUTRO





Adelmário Pinheiro (mais conhecido como Leo Pinheiro) diz que sim; Marina Silva, Guilherme Leal, do outro lado dizem que não. Já vi este filme. Leo Pinheiro prometeu falar aos procuradores da Lava-Jato que vai entregar tudo direitinho sobre o pagamento de uma grana não contabilizada entregue à campanha de Marina Silva, em 2010. Marina até engrossou a voz e disse que é mentira! Eduardo Paes, o ex-futuro prefeito de Maricá, tá no mesmo rolo e deu a mesma desculpa. Parece que eles tem o mesmo advogado. Guilherme Leal confirmou o encontro com o empresário mas que não discutiu nadinha de nada de dinheiro com ele. Marina falou que nunca na vida gastou um tostão sequer que não tenha sido regularmente declarado. E aproveitou para defender Guilherme Leal também. Lauro Jardim está por dentro de tudo e vai soltar no O Globo. No caixa 1 da Marina não figura nenhuma doação da OAS. De acordo com o que está sendo negociado a OAS e a ODERBRECHT vão detalhar as contribuições que dizem ter feito para um suposto caixa dois de Paes à Prefeitura. Não é a toa que Marina defende Dilma. Um gambá cheira o outro.