segunda-feira, 30 de janeiro de 2017




Quem acha que a Educação vai bem obrigado permaneça como está! Esta eleição para prefeitos é uma proposta assim. O PT ainda tem seus efeitos com a sua vanguarda nas escolas e muita gente o segue. Para eu que vejo as faculdades entupidas por analfabetos, o negócio vai mal. E sei que não estou sozinho, nesta. De vez em vez houve-se o berro da indignação. Em agosto, o jornal Zero Hora inventariou as atividades escolares da metade desse ano, no RS. Foi alarmante o caso. E ainda mais devastador porque é justo na educação que depositamos todas nossas esperanças: – 2390 atos de indisciplina em sala de aula; 4861 atos de violência física entre alunos; 1 275 depedrações dentro da escola; 294 casos de posse ou tráfico de droga; 199 agressões físicas a professores ou funcionários. Os orientadores dizem que estão construindo uma nova cidadania. Construíram? Pensam que estão a caminho. São equipes de pedagogos recém saídos do forno. Filhotes de Paulo Freire, portanto. Justo por isso, o jornal não argüiu o conteúdo dos educandos. Português, Matemática, Ciências... não são seu objeto. O negócio deles é outro. Agora, inventaram de nos impingir esse entulho da ideologia de gênero. Devagarzinho vão chegando aonde querem. A maior agressão que a sociedade pode receber é justamente esta. Estado tomar seus filhos e entregá-los a estranhos totais. Pessoas de que não se sabe absolutamente nada e que vão trabalhar a mente dos seus filhos, por 12 anos. Longe das suas vistas e da sua autoridade. Também faziam assim os senhores de escravos. Se você luta contra esse estado de coisas, não vote no PT nem naqueles que com ele fazem aliança. Não é tudo, mas já é um bom princípio. Um homem se torna digno quando são dignas as suas lutas.
NEM TUDO É O QUE PARECE, A COMEÇAR PELO MESTRE EM PAUTA



Vídeos do Karnal é o bicho. Aqui em casa a gente brinca com eles de Jogo dos Sete Erros. Só valem os mais grosseiros. Karnal confunde Zé Carroceiro com Zeca Roceiro. Mas sei de gente que os leva a sério, também. Cruz credo, pé de pato, mangalô três vezes! A última dele foi confundir intervenção militar com ditadura militar. Dose pra elefante. Se quer contestar que diga que intervenção não precisa enganar. Tudo nesta vida tem um “se não”. Tanto eleição como intervenção tem seu risco. É pura loteria. Há carreiristas de um lado e de outro. No meio militar também há cabeças de bagre. Mas isto não quer dizer que intervenção militar é ato anti-constitucional. Sinceramente. É a falácia do espantalho, uma estratégia muito baixa na argumentação. Isto não se faz porque é feio. Mesmo pra essa gente que diz ter dado o melhor de si para restabelecer a democracia. Agora, estão dispostas a tudo para conservá-la: Não respeitam propriedades privadas, invadem fazendas, matam criações, depedram patrimônios alheios, queimam a bandeira nacional, defecam nas vias públicas, vitimam repórteres. Enfim, dão novamente o melhor de si em nome da causa. Diz que houve um tempo muito ruim. Agora, estamos num interregno democrático. Esta é a lógica do terror: Viver em democracia e com liberdade é uma ilusão, uma mentira para manter os cativos, cativos. “Ninguém é inocente!” gritou Rovachol ao lançar uma bomba contra perplexos fregueses do Café de La Paix, em Paris, fazendo-os voarem aos pedaços pelas janelas. O atentado terrorista não é, como pensam alguns produto da irreflexão, de impulsos cegos, de uma suspensão temporária da razão. Ao contrário, é método. Sua criação segue uma elaboração rigorosa e “coerente”. Enfim, a intervenção militar pode ser pela
O HIPÓCRITA E O COVARDE




Maria do Rosário é useira e vezeira em se fazer de vítima. Está claro que  quem gosta de intimidar, quebrar, tocar foco é essa turminha da qual ela faz parte. A lição vem de Lênin: “acuse-os do que você faz.” É como o punguista que após bater a carteira de um incauto grita a plenos pulmões – “pega ladrão!”. O tampa Bolsonaro X Maria do Rosário não é de hoje. Maria do Rosario defendia o Chapinha, um celerado que após estuprar uma menina por cinco dias seguidos a degolou com uma faca cega. Bolsonaro acusava o Chapinha. Quando a deputada viu que perdia a discussão, chamou o colega de estuprador. Assim, começou tudo. Na quarta feita, Maria do Rosário presidia o debate, de violência contra as mulheres. E lá estava também a presidente do coletivo de lésbicas Coturno de Vênus, Cláudia Macedo. Ela provocou o deputado dizendo “que nesta Casa há pelo menos um deputado acusado de apologia ao estupro”. Bolsonaro pediu o direito de resposta. Maria do Rosário não concedeu. Aí, o deputado fez o que tinha que ser feito mesmo. Você que critica essa atitude é um hipócrita ou chegado a meter o rabo entre as pernas.
CONVERSA MOLE PRA BOI DORMIR
OU
CANTIGA PARA NINAR CORRUPTOS DE TODOS OS PORTES





Soa mesmo como uma cantilena essas palavras do Leandro Carnal. É um discurso palatável para todos nós que andamos assustados com tudo que se vê. Agora, sabemos todos que desde o menino que rouba um beijo da namorada até a quadrilha que arrasa com a nossa maior empresa, é tudo farinha do mesmo saco. Somos todos os pecadores e contribuímos todos para o mesmo mal. E somos também todos, et pour cause, inocentes. Que maravilha viver! A culpa não é de ninguém; é de todo mundo. Aquele que rouba velhinhos aposentados pode acalmar sua alma, quiçá arrependida... Somos todos assim. Leandro Carnal é um metonímico - toma a parte pelo todo. Enfim, que Suzane Von Richthofen possa curtir o seu dia das mães sossegada, embora ela mesma tenha matado a mãe e, de quebra, matado também o pai. Que possamos todos enfim desfrutar dessa paz meia-boca. Tudo é um, como o dizia Parmênides. Um atestado médico falso aqui é o mesmo que o vendaval que venta na Lava Jato. Não há governo corrupto se o povo é corrupto. Enfim, é assim. Para consertar o governo tem que se consertar o povo; e pra consertar o povo tem que se consertar o governo. É uma filosofia baseada no biscoito Tostines: “Tostines vende mais porque é fresquinho ou é fresquinho porque vende mais?” Enquanto você se distrai dando bola para essas asneiras Dilma sai do palácio levando 140 itens entre os quais mais de uma centena de objetos que não lhe pertencem. Que maravilha viver neste País!
COMO TEM GENTE SIMPLES NESTE MUNDO...




PT e PSDB são as asas sombrias do corvo que sobrevoa o nosso pálio de luz desdobrado . Um sem o outro não voa. O pessoal do PT, por incurável estreiteza mental, não percebe essa identidade. Coisa tão fácil de se ver. PT e PSDB defendem essa mesma agenda do abortismo, da ideologia de gênero, da propaganda comunista nas escolas, da destruição da educação nacional, da paparicação de criminosos, da beatificação de terroristas, da tolerância com o narcotráfico, etc. Tudo isto é coisa deles dois. O próprio FHC alertou - entre PT e PSDB não há divergências ideológicos; eles brigam somente por cargos. Mas tem gente que tem a cabeça muito dura. A cassação de Lula em 2015, destruiria essa bela harmonia. O PSDB o sabia e o evitou. Agora, impincham a Dilma porque entendem que é melhor perder os anéis e conservar os dedos. O STF continuará o mesmo, o senado, a câmara, as cátedras nas universidades... tudo ficará a mesma coisa. Cortar a cabeça da Dilma foi só um passo, um treino. Não pode parar aqui. Os idiotas da objetividade, petistas de carteirinha, acham que tudo não passa de uma briga Dilma X Temer. Tanta gente que ainda não aprendeu nada querendo ensinar tudo...
CABEÇA BRILHOSA NÃO QUER DIZER CÉREBRO BRILHANTE




Leandro Carnal traz uma casca de banana grudada no seu pé esquerdo. Como escorrega! Para ele, Marechal Deodoro foi o nosso primeiro presidente impinchado. Erro grosseiríssimo! Até porque os congressistas, na época, estavam todos presos. Foi assim: Deodoro era o cara. Militar condecorado por bravura, amigo do Imperador a quem devia uma meia dúzia de favores impagáveis que achou de pagar com a moeda da vil ingratidão. Proclamou a república, e, em ato contínuo, mandou D. Pedro II dar nos calos daqui. O imperador se foi sem resistência. O marechal tava que tava. No dia anterior, enxotara o visconde de Ouro Preto do gabinete. Mas ainda era um monarquista. Até saldara a coroa naquela exoneração: “Viva a Majestade Imperial!”. No dia seguinte foi que o bicho pegou. Gaspar Silveira Martins, indicado para substituir o ministro defenestrado, era amigo de um político gaúcho que lhe roubara uma namorada na juventude. Ainda agora, embora sexagenário, tinha aquela espinha atravessada na sua garganta. “Me roubou a namorada...” reverberava-lhe na alma envelhescente. Aí veio o tresloucado gesto – proclamou a república. Aristides Lobo republicano de quatro costados não sabia de nada. Até escreveu no Diário Popular de 18/11/89: “O povo assistiu aquilo bestializado, atônito, surpreso, sem conhecer o que significava. Muitos acreditaram que era uma parada militar...” Mas teve muita gente esperta, naquele dia. José do Patrocínio, líder abolicionista, que jurara defender a Princesa Isabel e garantir-lhe o trono, foi justo quem lavrou a ata da Proclamação da República e entregou-a fresquinha nas mãos do marechal. E veio o primeiro ato da república: “- Fica proclamada provisoriamente e decretada como forma de governo da Nação brasileira – a Republica Federativa.” Provisoriamente, ora vejam só. A coisa tava de vaca não reconhecer bezerro. Mas em 25/11/1891 Deodoro foi eleito a presidente com Floriano Peixoto de vice. Não passava, no entanto, a crise econômica, a crise política não passava e havia o imbóglio entre civis e militares. O Congresso, temendo um puxão de tapete vindo de Deodoro, aprovou a Lei de Responsabilidade, restringindo-lhe os passos. Deodoro virou um siri na lata. Chamou Barão de Lucena e esbravejou: “Não posso por mais tempo suportar esse congresso; é mister que ele desapareça para a felicidade do Brasil”. O congresso foi dissolvido e os congressistas presos. Floriano Peixoto vendo o fogo chegar na porta, acirrou o almirante Custódio de Melo que, do couraçado
BOFF, O FREI BOFETADA




Muito se escreveu das cruezas das guerras. E nem precisava de aviso porque ninguém é louco de desejá-las. Entretanto, sempre há almas descuidadas a buscá-las. Curioso este fenômeno que a tantos leva a desejar uma coisa e fazer uma outra coisa... Ver uma coisa e enxergar outra... O Leonardo Boff (veja o vídeo) que se levanta e esbofeteia um jovem que lhe faz perguntas é o mesmo manso e humilde, quase santo das missas? Quando Leandro Carnal (o C no lugar do K é de propósito) diz que o brasileiro tem melhorado muito na alfabetização, ele está reproduzindo mesmo o que vê? Ruim isto. Mas não pára aí. Há exemplos mais dramáticos. Nos anos setenta, quatro irmãos, jovens mineiros, se encantaram com a Guerrilha do Araguaia. A mãe enviuvou-se cedo. Lutou sozinha para fazer o mais velho engenheiro e encaminhar os outros tres. Aí, deu-se o encantamento. A Guerrilha do Araguaia enganou muita gente. Começou nos anos 60s. Em 1975, as Forças Armadas - Marinha, Aeronáutica e do Exército - deram fim a ela. Mas até lá muitas cabeças rolaram. Seu comandante, João Amazonas do PC do B, o velho encantador, escapou. Morreu em 2002. Sua guerrilha se inspirava nas revoluções de Cuba e China. O PC do B, mandou gente estagiários para lá. Foram aprender direitinho como irmão mata irmãos, em nome da paz. Queriam acabar com a Ditadura Militar aqui e implantar uma ditadura personalizada. Estudantes universitários, operários, profissionais liberais e uns poucos camponeses da região, foram no papo. É assim mesmo. O indivíduo entra em dissonância cognitiva. Faz o contrário do que pensa. Vai ter que reequilibrar o seu psiquismo. Despenderá enormes esforços para produzir novos pensamentos que modifiquem suas crenças pré-existentes. Em defesa desse ego dividido o indivíduo passa por cima de todas evidências, distorce percepções, enfim, perde o contato com a realidade. Assim, os meninos abandonaram a mãe viúva, pobre, envelhecida e sozinha e partiram em favor de uma ideia que nem deles era..