domingo, 20 de maio de 2012

PAIVA, O HOMEM-BOMBA DO NETO




Um dia, o Prefeito Neto tendo organizado sua casa, pôs-se a desorganizar a casa dos outros. Pegou o Paiva, que é pau pra toda obra, e o fincou lá na porta do PT. Os donos da casa ficaram meio desconfiados de que aquilo podia ser um presente de grego - o Cavalo de Tróia. Mas eram cuidados excessivos, a unção dada pela igreja católica afastava a suspeita.  Apenas alguns turrões não sossegaram com isto.  Chegaram bem pertinho do Paiva, viram aquela plaquinha patrimonial - PMVR. Abriram-lhe as portas. Quem sabe abrigando o cavalo não ganhariam umas "boquinhas"? Quem sabe? Aí, deu no que deu. O  PT explodiu e foi petista histórico parar lá na Terceira Via. Dos históricos mesmo só ficou a Aparecida Paraíso. Só que isto aí é outra história. O que interessa, agora, é o grande feito do Paiva. É de se admirar. Há pouco mais de vinte anos ele era um modesto ratinho. Era assim que o chamavam.  Um dia, eu me lembro como se fosse hoje, o Ítalo Granato me perguntou se eu tinha visto o "ratinho". E eu não sabia quem era o ratinho. Aí, o Ítalo me expicou: "É um que tem a cara assim". E franziu o nariz e os bigodes feito um roedor. E eu vi ali a cara do Paiva, direitinho.  






Para nossa gloria, ganhamos mais uma Copa - a Copa das Confusões. Romário arrumou-lhe um nome de mais peso e que afasta definitivamente qualquer concorrente - a Copa da Roubalheira. E a roubalheira de que fala o baixinho não é a que se dá com um penâlty mal marcado, ou com um gol indevidamente anulado. Não! Ele fala é desse roubo que há muito nos cansou - o roubo do dinheiro público. E diz que vai ser muito dinheiro mesmo. Afinal não se trata de um  Voltaço X Resende, mas de jogos internacionais. Taí, agora, esse pano de fundo da bebida alcoólica nos estádios. Libera, não libera a venda? Aldo Rabelo,  Ministro dos Esportes, enquanto fiscalizava com inexcedivel zelo o número de pregos usados na reforma do Mané Garrincha falava da sua viagem à Inglaterra. Estava encantadíssimo com o que vira no Estádio de Wembley. E não era um gol, um drible, uma torcida que o encantava; seu encanto se dava pelo número de bares que existem no estádio. Nunca vira tantos bares. E falava alto, apontando o indicador para os céus: "Só em Wembley! Só em Wembley! Só em Wembley!" Na Câmara Federal, o relator do projeto queria devolvê-lo para que o executivo ali incluísse explicitamente a autorização para a venda dessas bebidas. Mas os outros deputados protestaram pretendendo levá-lo para decisão em  plenário.  Iam conversar homem a homem com os representantes da FIFA. E todos sabemos da foça de um olhar. 








Mozer Rhian na saída do hospital

Mozer Rhian Oliveira é um emigrante brasileiro e um símbolo na China. Tornou-se ícone da propaganda chinesa contra o individualismo. Para o chinês, o próximo é uma figura distante, quase imperceptível, quase um fantasma. E Mozer foi capaz de arriscar sua vida enfrentando um bando de ladrões que assaltavam uma pobre mulher. O governo local reconheceu publicamente esse ato de solidariedade e bravura e premiou o brasileiro com o equivalente a R$ 15 mil. Tirou também suas vantagens desse episódio, transformando a imagem do mancebo em ícone da sua campanha governamental "porque sou bom samaritano", contra o individualismo do seu povo. Andam assustados com isso. Na cidade de Hangzhou, uma uruguaia atirou-se no Lago Oeste para salvar uma menina chinesa que se afogava. De fora do lago, um multidão se acotovelava para assistir e fotografar o infausto acontecimento de uma privilegiada primeira fila. 






Em Falciano del Massico, uma pequena vila italiana a 50 quilômetros de Nápoles o prefeito proibiu a morte. Não se pode mais morrer, lá. O prefeito justificou o projeto com a falta de vagas no cemitério mais próximo da cidade. E assim o assinou no dia 5 de março. Mesmo sem nenhum treinamento para não morrer a população veio se comportando dentro da lei. Mas sempre há os recalcitrantes, os teimosos, os cabeças-duras. Dois idosos de lá cismaram de morrer na semana passada. O presidente da câmara Municipal, Giulio Caesere Fava, quase insultou os dois mortos - só podia ser uma conspiração. É possível que até esteja estudando uma lei para punir os faltosos. Quem sabe puni-los por antecipação? 




CURIOSIDADES




A cegonha é um símbolo universal da maternidade. Da observação direta do seu comportamento viu-se que é um animal de notável dedicação aos filhos. Preferindo a morte junto com os filhos quando não pode salvá-los. A Enciclopédia Portuguesa Brasileira diz que em Delft, uma cidade ao sul da Holanda, a ocorrência de um fato definiu-a , de uma vez por todas, como símbolo do amor materno. Foi que uma cegonha tinha feito um ninho no telhado de um dos seus prédios. E ali chocara seus ovos e vira nascer os seus filhos. Mas quando essas pequenas avezinhas ainda estavam muito novas, sem poder para voar ocorreu um grande incêndio no prédio. A cegonha mãe, na impossibilidade de salvá-los, ficou no ninho morrendo com os filhos.











Esperanto é uma palavra que quer dizer “o que espera”. Este nome foi adotado como pseudônimo de Ludwig Lazarus Zamenhoff, um médico polonês que trabalhava em Varsóvia e lá criou a língua, hoje conhecida como Esperanto. Foi levada a público com a publicação do seu primeiro livro em 1887. Trata-se de uma língua fácil  e politicamente neutra. A intenção do seu criador era torná-la universal.  Por ela, homens das mais diversas origens se comunicariam com imensa facilidade. O Esperanto possui apenas 16 regras  com as quais se procura fixar a derivação e a flexão das palavras. Diz-se que a lei do menor esforço é a que preside sua estrutura. Zammenhoff era um homem de grandes conhecimentos linguísticos. Estudioso profundo do sânscrito, latim e grego e das línguas modernas. Aproveitou as raízes mais familiares dessas línguas para criar o Esperanto. Viveu relativamente pouco, morreu em 1917 com 58 anos de idade.




Até domingo




domingo, 13 de maio de 2012

AS VIUVAS DO NETO


 

Ananás estava preocupado com a saúde do Jair Nogueira. Preocupadíssimo! Um homem tão saudável, unha e carne com o Prefeito por três anos seguidos. De repente, virou oposição.  No dia 31 de dezembro, talvez tenha o nobre Vereador ligado para o Neto desejando-lhe um Feliz Ano Novo. E até tenham comido juntos algumas castanhas e rabanadas. Mas no dia 1 de janeiro era outro homem – Era oposição. Ananás estava assustado. Será que o Jair Nogueira teria batido com a cabeça no chão? E insistia – “A mudança foi grande demais da conta!” Quis lhe falar que não é só lá o Jair Nogueira que apresenta essa síndrome da pancada na cabeça - Também o Baltazar, o Gotardo, a Cida Diogo e o Renato Soares apresentam o mesmo quadro. Todos eles eram amigos de copa-cozinha do Prefeito. Agora, juntaram-se numa tal de Terceira Via e dizem que, para eles, o Prefeito morreu. Com essa condição de viúvas de mentirinha pavimentam o caminho para o Palácio 17 de Julho. Ananás nem sabia que essa história não é nova. O PMDB foi fundado há 46 anos, quando tinha o nome de MDB. O Ato Institucional 2 extinguira os partidos e impusera o bipartidarismo. Situação e oposição, respectivamente. Foi um custo fundar o MDB, colher as assinaturas de apoio. Depois de muita luta, de todo esforço ainda lhe faltavam dois senadores para compor o quadro. Castelo Branco, então presidente, quis dar uma forcinha. Chamou seus dois mais fiéis aliados do senado – Rui Carneiro, da Paraíba e José Guiomard do Acre e lhes fez o apelo: “Preciso de vocês dois na oposição”. E os dois, honra lhes seja feita, muitas vezes pareciam mesmo da oposição. Esse pessoal da Terceira Via veio todo lá do Palácio 17 de Julho e o Jair Nogueira ainda tem a mão quente do cumprimento de despedida.  



 
Criaram a Comissão da Verdade, mas na verdade, na verdade, não é essa a comissão que todos queríamos. Alega a turminha do PT que só os crimes dos militares devem ser apurados;  os militares acham que se deve investigar também os crimes cometidos pelo terrorismo. Eu, cá do meu canto, acho que mesmo com esse imensíssimo tapete de que do governo não conseguirão encobrir os assassinatos, os assaltos e os seqüestros cometidos pelo terrorismo em nome da “liberdade”. Mas eles não estão nem aí. Há muito tempo vem empurrando tudo o que pode pra baixo do tapete.  Em 4 de agosto de 2007, dois pugilistas cubanos, Guillermo Rigondeaux e Erislandy Lara que fugiram dos jogos olímpicos na Vila do Pan foram capturados e devolvidos à Cuba pelo governo brasileiro; Cesare Battisti, terrorista italiano, autor de quatro assassinatos, não foi devolvido à Itália que é um país com todas instituições democráticas funcionando; o militar argentino Norberto Raul Tozzo, acusado de 22 assassinatos no período da ditadura militar foi devolvido ao seu país de origem; em 2010, Lula comparou o dissidente cubano Orlando Zapata Tamayo a bandidos no presídio de São Paulo.  E, nesse zigue-zague, veio se definindo seu procedimento. Chico Alencar, deputado do PSOL, alinha-se ao raciocínio petista. Quer os terroristas enaltecidos como paladinos da democracia.  Fernando Gabeira que participou diretamente daquela luta é muito hostilizado porque tem afirmado que a luta não era bem essa que esse pessoal diz. Pelo contrário, diz que aqueles grupos terroristas lutavam para impor a sua própria ditadura.



 
Para Aristóteles Onassis dinheiro era importantíssimo. Afirmava o milionário que dinheiro é tão importante que compra até amor verdadeiro. E, agora, a ANSA, Agência de Notícias Italiana, diz que o dinheiro por pouco, muito pouco estará comprando um lugar no céu. O Vaticano está, de novo, às voltas com este conceito. Há 22 anos, a igreja teria aceitado mais de um bilhão de libras (aproximadamente um milhão e meio de reais) para conceder a um notório mafioso, Enrico de Pedis, o direito de ter seu corpo enterrado numa basílica ao lado de antigos papas e alguns cardeais. O dinheiro teria sido passado à igreja, pela viúva,  certamente, em cumprimento à vontade do morto. Enrico de Pedis era chefe do maior grupo mafioso da Itália a Banda de Magliana e seu sepultamento foi oficiado pelo cardeal Ugo Poletti, Vigário Geral de Roma. Hoje, já se sabe que esse enterro se deu mesmo nessas condições. Na semana passada, para se conter essa crítica crescente decidiram retirar os restos mortais de De Pedis e conduzi-lo para outro lugar. Não se falou, entretanto, da devolução do dinheiro. 



 Stacey Bonsall bem que andou desconfiada. Uma mulher britânica, 22 anos, formal como os britânicos, desconfiou que aquelas dores nas costas e no estômago e o ganho de peso que a atingiam quem sabe seriam sinais de gravidez.  Por outro lado, podia, também ser alguma manifestação psicológica do seu instinto feminino de ser mãe. E, depois, seus médico já a havia diagnosticado como portadora de policistos ovarianos em 2008 e, ainda assim, lhe havia prescrito uso de comprimidos anticoncepcionais. Para limpar a barra, fez dois testes de gravidez. E ambos deram resultado "negativo".  As dores, entretanto, foram embora. Baixou hospital e o médico  lhe prescrevera paracetamol, um poderoso analgésico, diagnosticando seu mal como pedras nos rins. E pediu um exame de urina. Fez o exame. Stacey estava sentada aguardando o resultado quando a enfermeira, olhando bem dentro dos seus olhos lhe falou "Seu exame diz que você está grávida há 37 semanas". E ela mal teve tempo de dar uma voltinha rápida no comércio e comprar umas peças para o enxoval do seu filho, que nasceu horas depois.  Fonte “THE SUN e TIME magazine.

CURIOSIDADES


Cordel é um gênero literário. No Brasil, também é conhecido com o nome de folheto. Ganhou nome de cordel porque normalmente sua exposição era feita com eles  dependurados em cordas ou barbantes. O Dicionário Caldas Aulete registra seu aparecimento no  ano de 1881. É, de um modo geral, escrito em forma rimada e contam de 18 a 32 páginas. O cordel teve origem na literatura oral, nascida há milênios. Quando a Ilíada e a Odisseia foram transpostas para o papel já tinham vários séculos de transmissão oral.   A forma definitiva, com os livretos, têm pouco mais de 100 anos. Leandro Gomes Batista é o nosso cordelista mais importante, vive do dinheiro da sua própria obra. Um dos primeiros cordéis lançados no Brasil foi A Guerra dos Canudos escrita por José Melquíades Ferreira da Silva, um ex-soldado naquelas batalhas. Para reunir os expoentes deste gênero literário foi fundada em 1988 a Academia Brasileira de Literatura de Cordel, no Rio de Janeiro. O cordel chegou aqui trazido por nossos colonizadores portugueses. Fonte: Leituras de História



Código de Barras é uma representação gráfica de dados alfanuméricos  cuja leitura é feita por um tipo de scaner. O uso desse código facilitou e muito o fluxo de registros nas caixas registradores. Foi usado pela primeira vez no dia 26 de junho de 1974,  num supermercado no estado de Ohio, EUA. Iniciou-se assim a nova era na venda a varejo, acelerando as caixas e oferecendo um método mais eficiente para o controle do estoque. Esse sistema usado hoje foi descoberto pela IBM, em 1973 e levou cerca de 20 anos para se distribuir por todo o mundo. No Brasil, ele foi introduzido formalmente em novembro de 1984. Portanto, 10 anos depois da sua primeira apresentação. Tornou o atendimento mais rápido e eficiente, diminuindo as filas na hora do pagamento.

domingo, 6 de maio de 2012

Vem Eleição. Aí... Bate o Bumbo, Bate o Bumbo!




O pessoal do Neto se reúne e discute de que vão xingar o Zoinho, na próxima edição do seu jornal; o pessoal do Zoinho se reúne e discute de que vão xingar o Neto, na próxima edição do seu jornal. Disso vivem os jornais. Minha vizinha diz: "Quando é que vão acabar com esse bate-boca e resolver o problema da falta d'água?" E eu lhe explico que isso que se vê não é bate-boca, mas debate eleitoral. Pronto! Está deflagrada a campanha. E é melhor que se tirem as crianças da sala. Enganam-se pois os que esperam uma campanha de nível elevado. Não é assim que a banda toca. Nem aqui, nem em lugar nenhum. Na década de 50 Jânio Quadros e Ademar de Barros disputavam o governo de São Paulo. Jânio levava para os comícios as caspas no paletó e um rato dependurada na ponta de uma comprida vara. O ponto mais alto do seu discurso, que todos aguardavam com um grito de gol, era quando Jânio apontando para o rato dependurado e exclamava: "Eu vou eliminá-lo, seu Ademar de Barros!" Falava o nome e o sobrenome para que todos soubessem quem era mesmo o rato. E o povo aplaudia, urrava e jogava os seus chapéus para cima: "Jânio! Jânio! Jânio!" E houve casos de disputarem o rato morto para levá-lo como recordação da gloriosa campanha eleitoral. Do outro lado, Ademar também levava na ponta de uma vara o que considerava a réplica perfeita do Sr. Janio Quadros - um gambá. Também o levava para os seus comícios e seus discursos tinham sempre o mesmo clímax: Era quando ele olhava para o gambá e dizia "Eu vou eliminá-lo seu Janio da Silva Quadros". E dizia o nome e o sobrenome para todos soubessem quem era o gambá. E o o povo aplaudia, urrava e jogava chapéus para cima: "Ademar! Ademar! Ademar!" Era o povo escolhendo o que era melhor para o futuro de São Paulo. Aqui, na nossa cidade, também a disputa promete. Os candidatos se xingam bastante. Precisa ver o que eles falam em particular. E os jornais de um lado e de outro aumentam o besteirol. O Ananás, como vimos na postagem anterior, que é um homem pobre de idéias bem que teria lugar nesse debate. Mas acho que dificilmente sairia vencedor.




Numa coisa os pinguços estão cobertos de razão. Cobertíssimos! Não conheciam Latim mas fizeram a mais expressiva tradução do similia similibus curantur a nossa conhecidíssima versão cabocla -  cachaça se cura é com cachaça. E, hoje, todos o repetem cada vez mais convencidos por suas sucessivas experiências. São, portanto, os pinguços os criadores da Homeopatia. Sua descoberta saiu dos botequins para as rodas de pesquisadores e cientistas. Hoje, já está na alta cúpula do Planalto Central.  A CPI do Carlinhos Cachoeira é o seu remédio mais novo. Remédio para eles lá. O Collor que o diga. Há 20 anos foi atropelado por uma delas. Alguns diziam "Tá no sal!" E, no entanto, olha ele forte e sacudido aí como investigador do senado. E olha que nem se completaram as doses.  Correu, correu, correu.. Chegou até a ameaçar dizendo que tinha aquilo roxo. Não adiantou. O PT não lhe dava descanso. Agora, entretanto, vejam que milagre! Agora, Collor e PT andam de mãos dadas e corações entrelaçados. Eu o dou como recuperado.  Outro que já davam como morto o deputado Protógenes que em 2009 teve descobertas suas ligações com o próprio Cachoeira, taí. É membro da CPI.  A Revista ISTO É mapeou as ligações e descobriu que quase a metade dos 32 membros da CPI tem ligações comprometedoras com o contraventor. Mas não é bom contar isto como certo. Às vezes, tem mais.



Os ladrões tiveram foram pacientes e até respeitadores. Esperaram que os convidados todos chegassem, entregassem os presentes e se acomodassem. Permitiram que a cerimônia do casamento ocorresse em paz, que todos se cumprimentassem e que todos posassem felizes para as fotografias. Esperaram até que com a brincadeira da gravata cortada já tivessem levantado todo o dinheiro possível. Aí, só aí, eles viram que já era hora. Interromperam a festa. Cinco homens armados roubaram tudo, tudo que haviam juntado - dineheiro, celulares... Enfim, até as alianças dos nubentes. O fato se deu na cidade de Franca, interior de São Paulo, numa chácara localizada na rua do Traficante. Enfim, feita a limpa, os ladrões tomaram seus carros e saíram dando tiros para cima como se fizesse parte da festa.  Quem via aquele foguetório de longe julgava talvez que se tratava de mais um tradicionalismo casamento. Não, não era. Não imaginavam que era um casamento moderno com arrastão. Fonte: Jornal Folha da Tarde




Não se assuste o digno leitor se, numa lista de casamento, econtrar um pedido de seguro contra divórcio, tal qual se faz para carros, hoje em dia. Tudo é feito com o registro de um contrato pré-nupcial feito e assinado pelos noivos. Se, lá na frente, um dos cônjuges desrespeitar o contrato, o outro pode requerer indenização à seguradora. Hoje, o acordo pré-nupcial, é comum na Europa Continental. A Inglaterra ainda não o reconhece. Seus juízes tem dado mais valor as circunstâncias em que se dá o desenlace do que o contrato estabelecido lá no início do casamento. Mas tendem a mudar. A Agra, seguradora alemã, há sete anos no mercado, está feliz da vida com os negócios. Também os EUA já tem sua seguradora contratadas por empresários que concedem esse benefício aos seus empregados. É possível que, em breve, a escolha pela seguradora se torne mais importante do que a preocupação com a lua de mel. Fonte: Revista Time


Curiosidades

Capicua é para os números o que o palindromo é para as frases. Capicuas são números que lidos da direita para a esquerda ou da esquerda para a direita representam sempre o mesmo valor, por exemplo, o número 272. Isto pode também ser observado nos calendários, datas que tenham esta propriedade. Como ocorreu às 20h 02minutos do dia 20 de fevereiro de 2002, ou seja 20:02 20/02/2002. Se dividirmos esta data por dois, encontraremos 10h 01minutos de 1001, encontraremos outro capicua. Neste ano de 2012, ainda teremos tres capicuas: 21h 2 minutos do dia 10 de outubro de 2012 e 21h 2 minutos de 11 de novembro de 2012 e 21h 2 minutos de 12 de dezembro de 2012. Os palíndromos são frases que também lidos da direita para a esquerda ou da esquerda para direita expressam o mesmo pensamento. São exemplos de palíndromo: “ A mala nada na lama” (Millor), “Ataca o danado e o danado ataca” (anônimo) e “A cara rajada da jararaca” (anônimo). Fontes: portal terra de curiosidades e Wikipédia.





Há uma crença muito difundida de que o único metal que se apresenta no estado líquido na temperatura ambiente é o mercúrio. No entanto, são conhecidos dois outros metais que apresentam esta propriedade – o Césio e o Gálio. O césio é um metal muito reativo encontrado no estado líquido na temperatura ambiente, isto é, acima de 28 graus Celsius. Foi descoberto em 1860. Ele é o menos abundante dos cinco metais alcalinos radioativos. O césio reage explosivamente com a água fria e também com o gelo. É utilizado na construção de relógios atômicos, que são referência para determinação da unidade de tempo no Sistema Internacional de Medidas. O gálio é um metal que  derrete se colocado na palma da mão, mas seu ponto de ebulição é altíssimo 2 145 graus. É utilizado na fabricação de diodos, leds ou transistores, espelhos, etc

sábado, 28 de abril de 2012

E BATE O BUMBO...






Vou lhes falar de um  homem que teve uma idéia de jerico. Trata-se do Ananás. Um homem desses é um perigo porque tem todos os predicados para ganhar uma eleição e estamos no ano dela. Pois é, esse nosso homem meteu na cabeça quer quer ser um coelho. Isso mesmo. Coelho! O recente seqüestro de um coelho inflável na Praça Brasil deu à nossa cidade uma projeção maior do que todos os pontapés do Felipe Melo.  O Prefeito Neto posou sorridente para as fotos. Também ele, o prefeito, ficou famoso. Pareceu até coisa combinada.  Aquele boneco plástico foi arrastado da Festa da Páscoa para o aniversário do Rodrigo, o sequestrador, sem que ninguém o incomodasse. As lentes das câmeras de segurança o acompanharam como cãezinhos amestrados. No dia seguinte, olha lá o coelho de novo na praça. O próprio sequestrador o devolvera. Neto emocionado diz que tão logo se encerre a Páscoa Rodrigo ganhará o mesmo coelho de presente.  Pegou mal. Muito mal. Começaram a dizer que em Volta Redonda o crime compensa. Neto puxou o freio de mão e o Rodrigo, então, mudou de queridinho para  furiosamente caçado.  Autoridades policiais passaram a condená-lo previamente a quatro anos de cadeia. E veja que o coelho fora devolvido intacto. Não lhe faltava sequer um fio do bigode. Ainda ontem houve um assalto residencial aqui no Barreira Cravo com bandido e revólver de verdade. Há poucos dias, roubaram duas viaturas do SAAE-VR cheias de ferramenta... Nada se sabe sobre seus autores. É aqui que entra o Ananás. Para ele, coelho de plástico tem mais valor do que gente nesta cidade.




Se não fossem tantos e tantos os corruptos brasileiros bem que poderíamos ter dedicado o sábado da aleluia aos mensaleiros. Seriam o nosso Judas.  Um boneco dependurado num poste e uma placa no peito, por exemplo, José Dirceu. Mas haja poste. Fosse no tempo das diligências seriam executados como os ladrões de cavalos. Mas o movimento “SOS STF – Julgamento do Mensalão” é de um tempo de tolerância e paciência. Quer que todos sejam julgados primeiro. Então promoveu manifestações em todo o Brasil. Os movimentos populares foram esvaziados no Brasil. Nunca mais se viu uma bandeirinha da CUT como não se vê mais nenhuma bandeira do Estrela de Ouro Futebol Clube.  Nem na rua 208.  A luta, portanto, é dura. No Rio de Janeiro, a manifestação não rendeu mais de 900 assinaturas. Em Brasília, colocaram três mil pessoas nas ruas, todas vestidas de preto. Pela internet, sim – esta nova trincheira – conseguiu-se mais de 17 milhões de assinaturas. Todas entregues STF, nas mãos do ministro Ricardo Lewandocoski. Entregaram, também, uma ampulheta simbolizando o tempo que se tem perdido. Participaram dessa audiência o Transparência Brasil, a OAB e o movimento Queremos Ética na Política. Não se vá confundi-lo com o Movimento Ética na Política.  Pelo amor de Deus! A ética do Zezinho é outra.  





Ana Teixeira transformou a fofoca numa profissão. Ela vasculha a vida dos outros a céu aberto. “Eu escuto casos de amor”, diz a placa que carrega. Toma duas cadeiras, uma peça de lã vermelha e procura a avenida mais movimentada da cidade onde se põe a tricotar e tricotar. Vem assim desde 1998. Como um resfriado, de tempos em tempos ela tem dessas recaídas e corre a abastecer-se das histórias alheias. Já passou por vários países - Alemanha, Portugal, Itália, Espanha, Canadá, França, Chile e Dinamarca. Atualmente, quem quiser vê-la ou tiver história de amor para contar a encontrará facilmente na Av. Paulista, São Paulo. Ana diz que as histórias que ouve são muito proveitosas e até algumas delas serviram-lhe de orientação pessoal. Agora, ela foi convidada pelo Estado para essas entrevistas. Fica ali com sua interminável peça de lã vermelha. Aquele que se aproximar e contar seu caso será compensado com sonhos dela (pequenos doces recheados). Ana ouve os casos e os retrata na sua arte.



Buri é um modesto município de São Paulo. Fica a 257km da capital. Tinha, enfim, tudo pra ficar sossegadinho no seu canto não fossem uns prefeitinhos que aparecem por lá. João Domingos foi um deles. No dia 25 de janeiro de 2004 inaugurou um monumento a um imaginário tubarão de 28m de comprimento e 4m de boca. Dentro da barriga desse enorme tubarão trabalha um e somente um funcionário – Sidney Eduardo Pieroni. A idéia do prefeito era fazer ali um restaurante de frutos do mar. Mas não aparecem nem curiosos. Sidney tem, apenas, a companhia de uma cadela que ali está não pelo tubarão, não pela curiosidade, mas pela comida que sobra no  marmitex do Sidney. Está reduzido a isto o monumento que João Domingos enfiou no lago também artificial. Na outra ponta da cidade, João Domingos pretendeu fazer um parque jurássico com quiosques e dinossauros de fibra de vidro. Hoje, este parque também está abandonado. E tudo isto vem a propósito das obras da Copa do Mundo.  

CURIOSIDADES
 
 

Em 1640, quando a monarquia portuguesa viu-se livre do domíno espanhol, a notícia foi recebida com festa na Bahia e em diversos pontos do Brasil. "Salve D. João IV de Portugal!" Era o que se ouvia aqui e ali.  A Vila de São Paulo, entretanto, reagiu diferente. O domínio espanhol fora bom para ela. Nesse período, os paulistas entraram pela mata adentro conquistando terras além do Tratado de Tordesilhas, aprisionando índios para escravos. Ali floresceu o comércio e o contrabando com a região do Prata.  A volta da monarquia portuguesa lhes parecia uma ameaça até por causa do tráfico negreiro.  Diante disto, a proclamação de um rei paulista não era má idéia. E proclamaram Amador Bueno rei paulista no dia 1 de abril de 1641.  O movimento, na verdade, era de uns comerciantes e homens ricos da região. Não ia além disto. Talvez até por isto, Amador Bueno recusou a oferta e disse "Viva D. João IV, rei de Portugal por quem darei minha própria vida".


 
Missa do galo é o nome que se dá a missa celebrada tradicionalmente à meia noite  de 24 para 25 de dezembro. Há muitas interpretações sobre as razões que a levaram a ter esse nome. Uma corrente diz que foi São Francisco de Assis, canonizado em 1228, quem a criou. O santo teria construído nas proximidades de seu templo o primeiro presépio de que se tem notícia para lembrar aos fiéis o ambiente em que Jesus nascera. Para maior realce à solenidade o santo mostrava o presépio à meia noite, hora da Natividade. O ato era acompanhado por uma missa. O galo canta, sempre canta nas primeiras horas da madrugada. O povo presente ao ato ao ouvir o canto do galo fez a associação. Há também os que a associam com Marcos 14-8: "Mas ele negou-o, dizendo: Não o conheço, nem sei o que dizes. E saiu fora ao alpendre, e o galo cantou". Fonte Curiosidade, Valmiro Rodrigues Vidal e  vocesabia.net

NOTA: Conheço 4 blogs de Volta Redonda, aos quais vale a pena fazer uma visita: o blog do Sérgio Boechat, do Giovani Miguez, do Jeff Castro e do Eloy Marcondes. Eloy tem o dom da crítica mordaz. Fui ao seu blog e pincei o texto abaixo para se ter uma idéia do seu trabalho.
 

PUXA-SACO POR GOSTO:

Deu na coluna de Helio Gaspari de domingo, 08/04: Lula ligou para Eike Batista, o homem mais rico do Brasil, para solidarizar com ele por este estar triste pelo acidente automobilístico em que Thor Batista, filho do empresário, atropelou e matou o operário Wanderson. Acho que cada um é livre para solidarizar com quem der na telha, menos Lula que deve à classe operária sua ascensão social e política. O que é mais grave não ligou, não escreveu uma carta e não mandou sequer um telegrama de pêsames à família do operário morto. O pior tipo de puxa-saco é aquele que puxa sem necessidade de ganhar uma promoção ou alguma outra vantagem. É aquele que puxa por servilismo, por gosto...
 
Bye... Até domingo

domingo, 15 de abril de 2012

AMERICA TEREZA, DEMOSTENES, JUMENTO, CHOCOLATES E MUITO MAIS





 
O leitor talvez não saiba tudo sobre as enchentes. Pode saber que elas trazem lixo, água suja, bichos, doenças mas não saber, por exemplo, que podem trazer nesse roldão um político. Um político vivo. Vivíssimo! Foi mesmo assim que sucedeu aqui no Barreira Cravo. Não tínhamos, sequer, um vereador. vereador. Muitos haviam tentaram se elege.: – Silvestre Pereira Rosa, Paulinho Dentista, Marialva, Dr. Joaquim e suponho que até o Ronaldo Alves fizera essa aventura. Tudo em vão. Um dia, entretanto, veio uma enchente daquelas. E fez estragos. Eu e o Professor Nestor, com água ainda pelas canelas, acertamos uma reunião para discutirmos nossas futuras ecoes. Convidamos os vizinhos e, no dia marcado, lá estava a América Tereza sentada na primeira fila com os sapatos propositalmente sujos de lama à mostra. Bem à mostra. Era quase um crachá. A lama agarrada aos sapatos era uma reverência, uma demonstração de igualdade e respeito. Parecia uma figura arrancada das crônicas de Machado de Assis. Contou-nos esse Bruxo do Cosme o caso de um sujeito que, encontrando um casebre a arder em chamas, e, junto a ele, uma velha chorando, indagou-lhe: “Boa velha, esta casinha é sua?” A velha respondeu que sim, que era tudo o que ela tinha. Aí, o sujeito muito respeitoso perguntou: “Bem, permite ali acender meu charuto?” E o homem acendeu seu charuto naquela calamidade. Aliás, não tem sido outro o comportamento dos nossos políticos.



Demóstenes Torres. Tantas fez o moço que foi pra panela, feito o pato pateta. Minha vizinha que em matéria de traição conhecera todas ficou admirada: “Olha que já vi muita safadeza nesse mundo...” De fato era de assustar. Se fosse com Romero Jucá, o ex-lider dos governos Sarney, Collor, FHC, Lula e Dilma, se fosse com ele nem desse nos jornais. E, se desse, ninguém faria caso. Sendo com quem foi, todo mundo se assustou. Pra dizer a verdade acho que também o ético senador Demóstenes se assustou com corrupto homem Demóstenes, amigo do peito de um notável presidiário – Carlinhos Cachoeira. Mas tudo a sete chaves com os cuidados de um amor proibido. Eles se falavam secretamente, pelo menos duas vezes por dia. Vai, entretanto, que um dia essa indiscretíssima polícia federal grampeou seus telefones e descobriu essa  escandalosa brincadeira de amigos ocultos. O mafioso presenteava o senador e o senador servia ao mafioso. Eles se completavam que nem feijão com arroz. Um tinha grana e as necessidades; o outro tinha o poder, a influencia e credibilidade. Parecia que não precisavam de mais ninguém. Pouco a pouco, entretanto, foram aparecendo Agnelo (PT) e mais um, mais um. É a frente pluri partidária da corrupção.


Durou pouco esse reinado asinino, no Nordeste. Não que essa singela figura do jumentinho tenha se rebelado por maiores salários. Não. Não foi isto. O seu trabalho era de graça. Ou, melhor dizendo, eles trabalhavam em troca de comida. Caiu o seu valor no mercado, perderam a estima do dono. O homem sim é que passou a lhe negar o pão e a dormida. Ser dono de um jumento lá passou a ser burrice. Começaram a jogá-los fora. O IBGE-2010 foi lá e contou as cabeças que viu – 194mil jumentos. Desses, apenas 50 mil localizados em propriedades particulares. O restante abandonado sobretudo nas margens das estradas. Uma proposta da China encheu olhos brasileiros. Querem os amarelos todos esses animais e que ainda lhes arranjemos mais. Está na mesa uma proposta de compra de 300 mil jumentos por ano. A União Internacional Protetora dos Animais (UIPA) diz que os chineses não querem nossos jumentos apenas para consumo de carne, mas que esses animais também seriam utilizados em laboratórios de cosméticos.


Ainda não se tinha pintado as patinhas indicando o caminho dos coelhos e o consumo de chocolate ganhava uma promoção científica. Pesquisadores da Universidade da Califórnia anunciavam que a pessoa que consome chocolate com freqüência se torna mais magra. A notícia teve seus efeitos. Muitas crianças tiveram que dividir seus ovos de Páscoa com os pais. Houve adultos, entretanto, que ficaram com um pé atrás. Até porque esta revelação vinha no rastro de notícias muito animadoras pelo consumo de doces. Com moderação, alertavam. Também esta nova descoberta tinha lá suas reservas. Diziam que no consumo dos chocolates deve-se dar preferência aos mais amargos que são aqueles que possuem maior quantidade de cacau. Seus nutrientes ajudam a manter o peso, combatem o envelhecimento e melhora o humor. Dá ou não dá vontade de comer chocolates? Fonte: O Globo

CURIOSIDADES




Terminar em pizza é uma expressão muito usada no Brasil. É uma referência a esse jeitinho que se dá para por a salvo de qualquer punição os criminosos, sobretudo de corrupção. Aí, os meios de comunicação bradam que tudo terminou em pizza. Esta expressão foi criada pelo jornalista esportivo Milton Peruzzi que trabalhava na Gazeta Esportiva. Na década de 1960, a Sociedade Esportiva Palmeiras passou por uma grave crise. Os diretores se reuniram para resolvê-la de uma vez por todas. A reunião durou mais do que 14 horas e, assim, era natural que os presentes sentissem fome. Daí, os cartolas encomendaram 18 pizzas gigantes e muito chope e vinho para sustentarem o debate. Ao fim do bate-boca, das pizzas e das bebidas, chegaram a um acordo. Milton Peruzzi publicou então a notícia com o seguinte título: “Crise do Palmeiras Termina em Pizza”. Fonte Riner Sousa, Mestre em Hitória, Equipe Brasil Escola



Séculos antes de Cristo já existiam os oráculos. Oráculos são respostas dadas por divindades a quem as procura em busca de conselhos. Oráculo também é usado para designar o intermediário humano que transmitia a resposta do deus para o consulente. Este intérprete era um ser humano. Normalmente uma sacerdotisa ou pitonisa. O primeiro deus-adivinho foi Zeus que se dirigia aos sacerdotes através das chamas do sacrifício que lhe era oferecido. A interpretação era alcançada nas leituras das entranhas das vítimas. O oráculo de Delfos foi dos mais importantes pelo que se viu nas escavações arqueológicas. Chegou ao período cristão. Creso da Lídia o consultara antes de atacar a Pérsia e a resposta do oráculo foi ““Se te lançares à guerra um império cairá”. Creso interpretou mal. Atacou a Persia e perdeu seu próprio império. Conta-se também que Ésquilo, criador da tragédia grega,  recebera em Delfos o aviso de que morreria com o Crânio esfacelado. Apavorado foi habitar numa colina  afastada de quaisquer possibilidade da trágica previsão. No entanto o pensador, poeta e filósofo morreu em 456 aC com a cabeça esmagada por uma tartaruga que uma águia deixara cair. Fonte: Wikipédia e Curiosidades de Walmiro Rodrigues Vidal

terça-feira, 3 de abril de 2012

MARQUINHO MOTORISTA PEDE A PALAVRA


Quando o Marcondes me falou que o Vereador Marquinhos Motorista fizera um discurso, eu mordi a língua para não rir. De rir do vereador não, que é autoridade. Mas do Marcondes que é um pândego. Só que ele tava falando sério. Tinha até uma estatística prontinha para fortalecer sua afirmação. Disse que o Marquinhos falara dois minutos e meio, durante os quais fizera 150 elogios ao Jair Nogueira - e concluiu sábio: Um elogio por segundo. Artilharia pesada que derruba qualquer muralha. Cheguei a ver Marquinhos nos seus momentos que antecederam sua subida à tribuna. Sentado ali, junto aos outros mortais de olhos pregados no Sarkis, aguardando que seu polegar da mão direita apontasse para cima com o sinal de positivo. Luis Carlos Sarkis é quem traz as ordens do prefeito para a Câmara Municipal. É assessor do legislativo. E veio o gesto. E veio aquela enxurrada de elogios, à velocidade de 1 por segundo, conforme se sabe. É possível que algum desavisado eleitor me pergunte bestificado: "Que fez o Vereador Jair Nogueira para receber tantos ecômios?" E eu respondo que o Jair Nogueira não fez absolutamente nada. Ele é amigo do prefeito e isto basta para o Marquinhos. E assim, desvendo também a nossa esfinge: O eleitorado de Volta Redonda está inapelavelmente dividido em tres grupos: Os neto convictos, os anti-neto e os netos envergonhados... envergonhados são esses que querem votar no Neto, mas precisam de um disfarce. Jair Nogueira é o disfarce.

O EQUILIBRIO DO PASTOR. 

 
Leonardo Boff formou-se na Alemanha e correu de volta pro Brasil. Tinha muito trabalho pela frente. E vinha pensando pela viagem "agora vou reescrever a a Bíblia Sagrada - Sou um teólogo". Começou pelo Gênesis, sentindo e ensinando que o mundo não fora feito por Deus. De fato, o Criador trabalhara duro por seis dias, mas no sétimo, ainda restava tanto por fazer que Deus preferiu cruzar os braços e deixar para o homem fazer o resto da obra. Chegou mesmo a imaginar uma placa na porta do céu: "Precisa-se de Ajudante". Se bem que ele, Leonardo, com aquelas espessas barbas brancas, aquela farta cabeleira e um diploma de teólogo debaixo do braço seria o próprio feitor. E, como um feitor, quer impor uma nova ordem ao mundo. Aquele mandamentozinho lá do "Não Matarás!" não é bem assim. Se for, por exemplo, contra uma criança no ventre materno não tem nada a ver. Foi mais ou menos o que disse na última campanha presidencial. Afirmou que na Bélgica, Espanha, Itália e Portugal o aborto é coisa corriqueira. Foi impiedoso com os diferentes. Tratou os padres Marcelo Rossi e Fábio de Melo como umas Xuxa Gospel, chamou Bento XVI de velho, doente, rancoroso e medíocre... Foi por aí, desmontando os seus semelhantes. Contesta todo mundo mas não admite contestação. Em 2007, concedeu uma entrevista a Revista Forum mas exigiu que as perguntas lhe fossem enviadas por email. Ainda assim, das 40 perguntas que lhe foram enviadas, só respondeu 16. Ele só discute com os seus iguais. O vídeo abaixo ilustra o assunto.


O MONOPÓLIO DA ACUMPUTURA




O STF quer a acumputura somente para os médicos. Coisa do Conselho Federal de Medicina que há dez anos brigava por isto na Justiça. Agora, estão aí vários profissionais da saúde - fisioterapeutas, psicólogos, farmacêuticos - e um contingente de leigos querendo que esse direito seja estendido também a eles. O que é o tempo! Em 1971,   James Reston do New York Times, submeteu-se à acumputura e sentiu-se aliviado de um mal que o perseguia. Estava na China e não quis perder a oportunidade. Tornou-se um influente apóstolo dessa terapia.  No ano seguinte, foi a vez de Richard Nixon. Voltou entusiasmadíssimo de da sua viagem à China, sobretudo com a acumputura.  A comunidade científica ocidental fez beicinho e a  sociedade médica taxou essa  terapia como charlatanismo e feitiçaria. Em 1996, a  Food and Drug Administration aprovou a prática da acumputura no país. No Brasil, foram mais longe. Querem exclusividade para os médicos.

GPS ESPACIAL





Cuido que não vai demorar muito o  trânsito lá em cima estará igual ao daqui de baixo. Falo mesmo dos vôos estelares, considerando esse monte de esferinhas rodando e muitas com possibilidade de vida inteligente. Pelo menos é o que se vê com esses cientistas alemães que criaram o GPS espacial. A novidade foi apresentado no último dia 30 no Encontro Nacional de Astronomia da Grã-Bretanha. O sistema se orienta com os sinais emitidos pelas pulsares - estrelas mortas. Com a captação desses sinais se determina com extrema precisção a posição em que se está. Essas emissões até parecem emitidas por um relógio atômico.  E ainda apresentam a vantagem de as pulsares serem facilmente encontradas em todo o universo.  Avalia-se que esses novos instrumentos ficarão prontos em 15 ou 20 anos.

CURIOSIDADES



A taquigrafia é um sistema de escrita que possibilita o registro das palavras ao mesmo tempo em que elas são faladas. Grande parte de pesquisadores atribuea sua criação ao sábio grego Xenofonte (411 – 362 aC). Foi graças a essa invenção que alguns dos famosos discursos de Sócrates chegaram  aos nossos tempos. Pitágoras (571 a 496aC) teria sido um dos praticantes desse sistema de Xenofonte. E teria até feito com o que os romanos a adotassem também. Julio César, Imperador Romano tinha na sua troupe uma equipe de taquígrafos.  E Cícero, grande orador romano, foi um dos seus cultores. Tendo inclusive um dos seus criados, Marco Túlio Tiro, os sinais taquigráficos que ficaram conhecidos como Notas Tironianas ou Abreviaturas Tironianas, que teve intensa aplicação por mais de mil anos. Fontes - Curiosidades, Valmiro Rodrigues Vidal e Breve Histórico da Taquigrafia, Waldir Cury, ex-taquígrafo revisor da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro

HOSTIA




A palavra “hóstia” (do latim hóstia) quer dizer “vítima”. A rigor presente em atos religiosos desde muitos anos. Segundo alguns historiadores, a palavra hóstia designava o animal que seria oferecido em sacrifício a uma divindade, nos ofícios religiosos. Na Grécia Antiga, o cordeiro (cria ainda nova da ovelha) foi adotado para essa imolação. Com o passar dos tempos, veio o dia em que o próprio filho de Deus foi oferecido em sacrifício pregado na cruz. Foi um sacrifício para a remissão dos pecados de toda a humanidade. Na Idade Média , este ato seria permanente lembrado sob uma forma mística. Alguns sacerdotes para dar maior relevo a essa homenagem passaram a representar o corpo e o sangue de Cristo com a presença do pão e do vinho. Introduzia-se na boca dos fies o pão ázimo a que se chamou hóstia. A hóstia é feia de farinha de trigo sem nenhuma mistura de fermento. E desde o século XII tem a forma circular.
 

terça-feira, 27 de março de 2012

A FALTA QUE A D. CHIQUINHA FAZ...




Ilustração: umhombrecinsero.com


D. Chiquinha foi minha professora  no grupo escolar. Tinha como material pedagógico uma régua pesada, unhas fortes e um expressivo buço. Já haviam  abolido a palmatória. Os pais faziam questão de matricular seus filhos na turma dela. Eu era um dos quarenta privilegiados.  Com ela aprendi a custosa tabuada de 7 e a ficar de bico calado quando um outro ta falando. Nisto ela era severa: “Quando um burro fala, o outro murcha a orelha”! D. Chiquinha ta fazendo falta. Muita falta. Ainda ontem fui à Câmara Municipal. Que diferença! Lá, com todo respeito, quando um burro fala os outros não prestam a menor atenção. Continuam conversando. Sério. Vi o Soró agachado entre dois vereadores. Parece que falavam de um feriado que vem aí. E, se não vier, eles inventam. Quinta feira que vem não haverá sessão. E o Neto, desculpem-me, o Jair Nogueira ia colocando projetos em votação. Eu confundo muito esses dois.  Ainda bem que eles são amigos. Mas eu queria mesmo dizer o seguinte – os vereadores não prestam atenção no que votam. Daí, aprovaram essa coisa do Soró que obriga a Prefeitura Municipal a dar a cada aluno da rede pública um livro da Lei Orgânica do Município. São 60 mil alunos na rede, cada um desses blocos nos custará R$ 15. Um contribuinte presente, provavelmente ex-aluno da D. Chiquinha, ouvia calado, mas não aguentou e lá de onde estava gritou que era melhor colocar essa lei na internet e todos teriam acesso a ela. Aí, o Neto que estava presidindo a sessão... desculpem o Jair Nogueira (Sai Neto, que este corpo não te pertence!!!). Aí, o presidente falou assim que em breve o povo vai poder falar naquela casa com um projeto que vem aí da Tribuna Popular, mas que por enquanto o povo tinha que ficar calado. Também, não sei que vantagem que a Maria leva. Se um vereador não ouve o outro não ouvirá o povo que já vem gritando há muito tempo. 




José Serra é remake do Maluf. Uma versão moderna do malufismo. Serra Assina documentos, reconhece a assinatura, mas diz que sua assinatura ali não vale. Não é a melhor forma de defender-se. No dia 14 de setembro de 2004, ele foi à Folha de São Paulo. Era candidato a prefeito e ia para uma entrevista. Treinou de frente ao espelho, a assessoria deu-o como pronto e lá foi ele. Cerca de 300 pessoas o aguardavam, mas poucas eram  as que queriam saber de obras. A grande dúvida era se ele levaria o mandato de prefeito até o fim. Serra não admite essa dúvida. Sustenta que cumprirá integralmente o seu mandato, caso viesse conquistá-lo. Os presentes  entem que a assinatura garante mais do que a palavra. E Serra vai e assina o compromisso. Aí, ele foi eleito e deixou o cargo dois anos depois, no meio do mandato. Agora, lá vem o Serra de novo candidato a Prefeito de São Paulo e o pessoal pegando no pé dele: Assinou e não cumpriu. Mas o Serra não faz como o velho Maluf que falava “aquela assinatura não é minha!”; Serra, não. Ele diz que aquilo era um papelzinho de nada. No dia 9 mesmo, em entrevista na Rádio Capital ele falou que a assinatura não valia porque não fora assinado em cartório. É ou não é o menino malufinho?


Ellen Johnson Sirleaf

Ellen Johson Sirleaf é presidente da Libéria pela segunda vez consecutiva. E, no ano passado, foi laureada com o Prêmio Nobel da Paz por conta da defesa dos direitos da mulher. Agora, ela quer cercear os direitos dos gays. O homossexualismo nunca foi permitido na Libéria.  Tinha que ser praticado muito escondidinho. Se descobertos os praticantes tomariam uma pena de 1 ano de cadeia. Mas a Presidente Ellen quer o endurecimento da lei. Diz que defende valores históricos do pais. E tudo teria começado por conta de uma declaração da secretária de estado americano Hillary Clinton. Ela afirmara que a ajuda a países estrangeiros estaria condicionada a proteção dos direitos gay em cada país ajudado. O bicho pegou. Os jornais liberianos passaram a chamar a prática do homossexualismo de abominação, profanação... E Ellen falou ao The Guardian. Tony Blair, ex-ministro britânico a acompanhou. Ele visitava a Libéria em nome da AGI, uma instituição que ajuda os países africanos. Tony, um campeão mundial na defesa dos direitos gays não retrucava. Disse apenas que “Para nós as prioridades são estradas, segurança e trabalho”. Ellen reforçou “A AGI tem uma agenda específica... e é tudo o que queremos dela”. Fonte “The Guardian” e Revista Visão de Portugal


Modelos magras demais não poderão aparecer em anúncios
em Israel

Esse negócio de magreza extrema está se tornando uma questão de Estado ,  em Israel. As autoridades de lá estão de olho nas costelas que passam. Querem dar um fim a anorexia, no País e entendem que é essa tal mania de modelos muito magras a principal culpada dessa magreza voluntária e até obsessivamente procurada. Já deram o primeiro passo para conter a moda. As agências estão inteiramente proibidas de exibirem  modelos magricelas. Seja em desfiles, seja em fotos. Agora, só admitem a magreza se a modelo apresentar  um ICM (Índice de Massa corpórea) acima de 1,85. Este número é encontrado dividindo-se o peso da pessoa por sua altura ao quadrado. comportamento estético. . . Assim, por exemplo, uma pessoa com 1,72 m de altura tem que pesar no mínimo 54kg.


CURIOSIDADES


Ilustração: The Telegraph.co.uk

John Milton (1608-1674) foi um renomado escritor inglês. Seu livro O Paraíso Perdido é um dos mais importantes poemas da literatura universal. Foi político, dramaturgo e estudioso de religião. Apoiou Oliver Cromwell durante o período republicano inglês (1649-1653). Cromwell derrubara o rei Carlos I que terminou levado a forca e instaurou a república inglesa mais de 100 anos antes da República Francesa. Por este apoio à revolução, Milton  terminou preso e acabou cego. Na prisão, ditaria palavra por palavra todo o poema que o imortalizou – O Paraíso Perdido, que conta a história da queda de Lucifer. Depois ainda lançou o Paraíso Recuperado tratando da vinda de Jesus à Terra. Até o fim da vida, Milton nunca se conformou com a cegueira. Diz-se que reagia seriamente quando alguém o tachava de cego. Fonte Wikipédia e Curiosidades de Valmiro Rodrigues Vidal


Ilustração: Artetropia.blogspot

Chama-se Livro de Horas a um tipo de manuscrito muito comum na Idade Média. Até a segunda metade do século XV, os livros de horas eram redigidos, quase sempre em Latim, manuscritos e destinados a reis ou à alta nobreza. Cada um desses livros continha orações e salmos e bem ilustrados. Serviam para leituras litúrgicas (em missas e outros atos religiosos) como também  para orações pessoais. O exemplar destas Horas de Nossa Senhora segundo costume romano foi impresso em 1501. Tem 240 páginas e foi impresso em preto e vermelho. O único desses exemplares conhecidos é consevado na Biblioteca do Congresso em Washington. Fonte Wikipédia e Revista de História da Biblioteca Nacional